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República
Dominicana
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Parada Duríssima
!!!

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Medalha
de Ouro
na Maratona
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Jogos
Pan-Americanos
2003
2:19:08
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Trotando com um bi-campeão
Pan-Americano.
Uma chuva fina e um vento frio no início
da noite desta quinta-feira tornam a pista de atletismo
da Universidade Estadual de Maringá um local
quase deserto. Mesmo assim o portão é
religiosamente aberto as 6h30minutos. Experiente, a
professora Maria já ordenou a abertura deste
espaço às terças e quintas-feiras
- em qualquer situação. Ela sabe que em
Maringá existe, há muito tempo, um fanático
grupo de corredores, que inclui profissionais, amadores
e dezenas de veteranos do atletismo, que sempre encaram
e treinam em qualquer ambiente - com ou sem chuva. Não
deu outra - lá estavam eles para mais uma treino.
Só que hoje é um treino especial - quem
se arriscou e compareceu teve o prazer de trotar e bater
um papo de 40 minutos com o bicampeão panamericano
Vanderlei Cordeiro de Lima, sem dúvida, o mais
ilustre dos fanáticos presentes.
Cinco dias após vencer a maratona
mais difícil de sua carreira, ele está
na raia 8 rodando pela segunda vez na semana, já
que poderá ter uma participação
internacional em outubro ou novembro e o ciclo de descanso
poderá ser o menor possível. A velocidade
é fácil de ser seguida por todos os corredores
amadores presentes. Dentre eles, o professor Emerson,
da Secretaria de Esportes de Maringá, um cara
muito rápido nos 800 metros, voltando após
anos afastados dos treinos. Fernando - atleta profissional
da mesma equipe de Vanderlei está na balada
e lembra de uma ocasião que encarou uma prova
na Venezuela sob um forte calor e umidade altíssima,
um ambiente sufocante, muito parecido com o do sábado
em Santo Domingo - "foi uma prova terrível".
A conversa é alegre e Vanderlei
se diverte com as gozações da galera sobre
a pedreira que foi concluir a maratona no sábado.
Lú, pergunta sobre detalhes da viagem rumo ao
Pan e Vanderlei, acostumado com longas viagens internacionais
vai explicando tudo e lembra que o vôo foi normal,
via Miami e que ele achou boa a idéia de descer
na República Dominicana três dias antes
da prova. "talvez poderíamos ter sofrido
muito mais os efeitos do calor e da umidade, se estivéssemos
mais tempo expostos ao clima local ...". Conta
que algumas horas após o desembarque já
estava rodando leve - "para soltar...".
Vanderlei costuma vibrar quando chega a semana
que antecede uma maratona e se sente livre dos
intervalados. Fala que todo profissional espera esta
preparação final e na quinta-feira em
Santo Domingo a agenda de treinos do seu técnico
Ricardo marcava dois períodos com rodagens leves.
Na sexta-feira teve a última sessão de
trinta minutos.
Alguém comenta sobre o seu trabalho
de repetições nas últimas 4 semanas
que parecia ter sido diferente das demais preparações
e Vanderlei confirma que optou em conjunto com seu treinador
por sessões com um número muito grande
de tiros e usou intervalos curtíssimos com um
pace rápido. Sem ter oportunidade de competir,
Vanderlei fez vários treinos de rodagens fortes
nas ruas de Maringá e em Cruzeiro do Oeste. Teve
outro, duas semanas antes do pan, na Maratona de Blumenau
- lá estava ele com a missão de treinar
até o km 20 num pace de 3 minutos por km - "foi
normal e dentro do esperado, apesar do percurso exigente...".
O trote segue e Boian, curioso, quer
saber detalhes da noite anterior e do café da
manhã. Vanderlei é conhecido pela simplicidade
em seus compromissos - se acomoda em qualquer ambiente
e tanto faz um luxuoso hotel na Alemanha ou em Tokyo
quanto um alojamento ou um simples hotel repleto de
corredores amadores. Ele não tem nenhuma dificuldade
em pegar no sono mais desta vez lembra que a noite anterior
"foi uma das piores". Na Vila Olímpica
de Santo Domingo estava muito difícil dormir
- pelo forte calor e a autêntica festa dos atletas
de outras modalidades. Uma e meia da madrugada e todos
acordados. Duas horas depois, às 3 e meia da
manhã, todos de pé para o que deveria
ser o último café - momento importante
antes da pedreira que viria em seguida. Lamentavelmente
a organização desta vez falhou e o restaurante
da Vila Olímpica estava fechado, complicando
a vida dos atletas. Vanderlei lembra que em Winnipeg
o restaurante funcionava 24 horas. Fazer o que? improvisar
e o seu café se resumiu a um todynho e um pão.
Em seguida esperar a organização e o veículo
que os conduziram para a largada, inédita na
carreira da maioria dos participantes: partida às
6 e 20 da manhã - ainda escuro e com a maioria
dos habitantes locais dormindo.
Alguém quer saber sobre a motivação
de mais um Pan em vez de estar no Campeonato Mundial
em Paris daqui a poucas semanas, competição
da qual ele também fez o índice. Vanderlei
conta que se sente muito motivado quando representa
o Brasil em competições oficiais, porém
"estar no Pan e ter a chance de poder lutar
por uma medalha era tudo que queria no momento"
. Ele compreende muito bem que, quando alguém
é ouro Pan-Americano numa maratona, milhares
de corredores de rua do país sentem o efeito
positivo do feito, pela divulgação intensa
que a mídia faz e acaba impulsionando a realização
das provas de rua e das maratonas - Isto é muito
bom para os atletas profissionais, amadores e praticantes,
bem como para os patrocinadores e os realizadores dos
eventos. Sem dúvida que isto também contribui
decisivamente para o aumento no número de praticantes
de corridas e com o surgimento de novos talentos.
A chuva fina não para e agora
todos querem saber se numa prova como esta existe uma
tática definida antes ou se tudo é resolvido
durante a corrida pelo atleta. Vanderlei comenta que
em provas duras como esta não tem milagre
e o fator tempo não é levado em conta,
porém seu treinador havia optado por um trecho
com um pace mais forte após certa altura
da prova. Ele sabia que seria marcado pelos demais
no início e que vários caras ali, como
Silvio Guerra (vice-campeão em Boston), um outro
cara do México, um Canadense que já competiu
em duas olimpíadas, também estavam a fim
de levar o ouro pra casa. Sem relógio no pulso
e seguindo o planejado, Vanderlei na altura do km 25
começou a aumentar o pace e a reduzir
o grupo de ponteiros. Era uma tática suicida
em um ambiente daqueles, porém "quem
quer o ouro tem que arriscar"... "sabia que
a parte final seria cruel mas seria melhor eu quebrar
estando lá na frente dos outros caras".
Alguém pergunta sobre a questão
chave em uma prova quente e úmida que
é a reposição, durante a prova,
da água e, principalmente, das bebidas isotônicas/carboidratadas
que recompõem parte dos estoques de glicogênio,
e que os fisiologistas apontam como necessária
a ingestão a cada vinte minutos, em um ambiente
normal - imaginem a 35 graus e com alta umidade.
Vanderlei responde que a água
foi distribuída regularmente, porém, ele
que já disputou várias provas internacionais
revela um detalhe que aconteceu pela primeira vez em
sua carreira e justamente num dia sufocante como o de
sábado. Ele lembra que todos os atletas tinham
o direito de distribuir garrafas de bebidas carboidratadas
em oito pontos do percurso. Normalmente as garrafas
ficam sobre mesas com uma placa com o nome do atleta
em locais pré-determinados e fáceis de
serem pegas pelo corredor sem atrapalhar o seu pace
na prova. "Não sei o que aconteceu mais
eu só consegui pegar e tomar um
frasco durante a prova toda". Ele conta
que os fiscais pegavam as garrafas e que a sua sempre
ficava na mesa e ele preferia não parar, dar
a volta e pegá-la, já que perderia o contato
com a ponta e isto com certeza poderia tirá-lo
da luta pelo ouro. Foi muito ruim para ele e é
claro que contribuiu para debilitá-lo ainda mais
nos quilômetros finais da maratona. Realmente
os sete frascos não ingeridos "fez com
que eu ficasse com um estoque reduzido de açúcar
no organismo". Mais ele seguiu determinado
e entrou no estádio olímpico na raça
e naquela altura foi duro até erguer os braços
para comemorar, já a tradicional volta da vitória
- impossível. Vanderlei lembra que a coleta
de urina para o antidoping se estendeu por muito tempo
... "eu realmente perdi muito líquido
...".
Vencidas as dificuldades, Vanderlei
não esquece nunca de agradecer pela oportunidade
de poder ter estado mais uma vez na maior competição
do continente americano representando o Paraná
e o Brasil. Ele não costuma se lamentar com os
imprevistos, sabe que uma maratona nunca será
uma prova simples de se fazer e que situações
complicadas sempre acontecerão. Nossos eventos
ainda estão muito longe do nível de organização
de outros esportes, como, por exemplo, uma corrida de
Fórmula 1, onde toda a tecnologia e ciência
é colocada em prática para que o atleta-piloto
possa tentar dar o seu melhor. Numa prova como a maratona,
as situações inesperadas vão surgindo
e ao contrário do corredor comum que deve sempre
se retirar caso perceba uma fadiga tão forte
como a que ele experimentou, para o profissional que
luta pelo ouro, a concentração e o sangue
frio nesses momentos, são as únicas
armas disponíveis para que ele possa completar
o percurso lutando pelo título. Este é
o espírito de uma prova dura como a de Santo
Domingo. Um atleta como Vanderlei conhece muito bem
estes detalhes e soube nos piores momentos manter o
foco, não se abalar e sobreviver com
o cobiçado título de
BI-CAMPEÃO PAN-AMERICANO
DE MARATONA.
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veja abaixo parte
de mais detalhes
publicados
na internet
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Brasileño, rey del maratón http://www.laopinion.com.co/
... el vencedor de la prueba fue el brasileño Vanderlei
Lima quien conquitó su segunda medalla de oro en el
maratón masculino de los Juegos Panamericanos. Vanderlei,
que había conquistado la dorada en Winnipeg'99 y que
cumplirá 34 años el martes, se impuso con tiempo de
2.19.08 en la carrera de 42,1 kilómetros, en que participaron
20 atletas. Lima se desplomó al llegar a la meta y fue
retirado de la pista en camilla, pero minutos después
recuperó el aliento, y lo primero que hizo fue dedicarle
la medalla a su difunto padre. “Sé que mi papá,
José, está en el cielo tan feliz como yo”, dijo
el brasileño, quien también dedicó su triunfo a su familia,
sus dos hijas Thayna y Any. Vanderlei dijo que la carrera
fue difícil de comienzo a fin. “Pese a que salimos
bien temprano, comencé a sentir mucho calor y mucha
humedad, pero traté de no hacerle caso, y concentrarme
en la carrera”. Dijo que en los 20 kilómetros
se despegó con un grupo de menos de diez, en el que
iban Deacon, Colorado, el ecuatoriano Silvio Guerra,
el guatemalteco Alfredo Arévalo y el cubano Aquelmis
Rojas. “En ese momento mi peor pesadilla era Guerra”,
agregó. No obstante Guerra se fue quedando en los tramos
finales y abandonó la carrera en el kilómetro 37. “Los
últimos tramos fueron difíciles y pensé que no podría
dar la vuelta a la pista atlética”, relató.
Su tiempo quedó lejos del récord panamericano para esta
competencia que ostenta desde hace 20 años el puertorriqueño
Jorge González con 2.12.42 y que consiguió en Caracas
en 1983. “No era una carrera para imponer marcas”,
coincidió el colombiano Colorado. “La mañana estaba
muy pesada, la humedad era desesperante”, agregó
el maratonista de Medellín, que suma su primera presea
panamericana. Uno de los favoritos y medallista de oro
panamericano, el mexicano Benjamín Paredes, abandonó
la carrera a los cinco kilómetros debido a una contracción
muscular. Su compatriota Francisco Bautista entró quinto
con tiempo de 2.25.50.
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.. Brasil, Brasil El brasileño
Vanderlei Cordeiro de Lima ...
... Vanderlei de Lima recorrió los 42
Kilómetros del maratón en 2:19.08 horas. Llegó a la
meta visiblemente agotado, pero con fuerza para gritar:
"Viva Brasil"... explicó que cuando arribó
al kilómetro 30 estaba en condiciones muy precarias.
"Me estaba sintiendo muerto", declaró
Cordeiro de Lima a reporteros de El Nacional, en un
entendible español. Y agregó: "La humedad y el
calor me estaban haciendo la vida imposible". "Pero
me dije-agregó- ,tengo que sacar resistencia y tratar
de terminar con esto". Reveló que cada paso
que daba parecía como si hubiese sido un kilómetro.
"El maratón lucía que no iba a terminar nunca,
era desesperante", señaló. Indicó que tomó la
prueba en todo momento como un gran desafío personal.
Informó que hasta que no cruzó la meta no se sintió
ganador de la competencia. Le dio crédito al atleta
Silvio Guerra, el que dijo fue el que más batalla le
dio durante el transcurso del maratón. Dedicó el triunfo
a su familia y a todo el pueblo brasileño. Finalmente,
dijo que su próxima actividad será en Europa, donde
se preparará para hacer un buen tiempo que lo lleve
a los Juegos Olímpicos de Atenas.
http://www.prensaescrita.com
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El brasileño Vanderlei Lima ganó
el oro en maratón
Casi desplomado y resistiendo el embate del ardiente
sol dominicano, el brasileño Vanderlei Cordeiro De Lima
retuvo su corona panamericana de maratón al ganar el
sábado la extenuante carrera como regalo de cumpleaños.
De Lima, cronometró 2:19.08 horas, un buen tiempo considerando
la elevada humedad y temperatura que castigó a los 19
fondistas que participaron en la prueba.
``Fue una gran victoria en mi carrera
deportiva porque cada paso era un desafío hacia la medalla'',
dijo De Lima, mientras sus asistentes le aplicaban hielo
en las piernas acalambradas. El brasileño, que también
se llevó el oro en el maratón de los pasados Juegos
de Winnipeg'99, dijo sentirse muy contento porque el
título es su mejor regalo de cumpleaños. A partir del
kilómetro 30, de los 42,195 kilómetros que comprende
el maratón, el brasileño comenzó a marcar el pelotón,
desplazando a cinco corredores. Los rivales que más
pelea le dieron en el asfalto fueron el canadiense Bruce
Deacon (2:20.25), el colombiano Diego Colorado (2:21.48),
quienes finalmente consiguieron las medallas de plata,
bronce respectivamente. Aguelmis Rojas, de Cuba, se
ubicó cuarto con un tiempo de 2:23.18. ``Sólo
tuve la certeza del triunfo cuando crucé la meta. Había
que poner mucha garra y determinación a cada instante'',
declaró De Lima a la prensa luego de cruzar la meta.
http://www.do.terra.com/panamericanos
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El brasileño Vanderlei Lima desafío
el asfixiante calor y ganó de nuevo el título panamericano
de maratón.
El brasileño Vanderlei Lima desafió el asfixiante calor
de Santo Domingo, su principal enemigo en la carrera,
para revalidar el título panamericano de maratón con
un tiempo de 2 horas, 19 minutos y 8 segundos. El canadiense
Bruce Deacon fue plata con 2:20:25 y el colombiano Diego
Colorado obtuvo un meritorio bronce con 2:21:48. Lima,
campeón con similar facilidad hace cuatro años en Winnipeg,
cumplió a la perfección su estrategia de desgaste progresivo
con un ritmo vivo del que se fueron descolgando paulatinamente
los demás competidores. El fondista de Cruzeiro do Oeste,
que pasado mañana cumplirá 34 años, dio el golpe definitivo
en el kilómetro 25 y ya marchó en solitario hasta la
meta sin verse amenazado en ningún momento.El festival
brasileño se completó con el triunfo de su compatriota
Marcia Narloch en el maratón femenino (2:39:54). La
organización dispuso que las féminas salieran sólo veinte
minutos antes que los hombres, por lo que la llegada
a meta fue un rosario de atletas de ambos sexos con
la consiguiente confusión. Para la anécdota queda que
Lima superó a su compatriota Narloch pasado el kilómetro
33, cuando ambos marchaban ya en solitario. El canadiense
Deacon, el colombiano Colorado y el ecuatoriano Silvio
Guerra, que partía como claro aspirante a estar en el
podio, fueron los últimos en descolgarse del brasileño.
Guerra, medallista en los 5.000 de los Juegos Panamericanos
de Mar del Plata'95, no tiene suerte en el maratón continental.
Hoy estuvo peleando por la plata pero el asfalto le
pasó factura porque le salieron unas dolorosas ampollas
en ambos pies y se vio obligado a abandonar en el kilómetro
28. Deacon y Colorado tuvieron entonces que dilucidar
la plata y el bronce, pero el suspense duró poco, ya
que el colombiano iba justo de fuerzas y prefirió asegurar
el podio antes que quedar exhausto. La carrera se adelantó
a las 6:20 horas de la mañana para mitigar el fuerte
calor de la capital dominicana, pero el termómetro durante
los últimos kilómetros ya se acercaba a los 30 grados,
a lo que había que unir la tremenda humedad. Con estas
condiciones, era imposible que las marcas fueran de
relieve. Los mexicanos no pudieron ser hoy los protagonistas.

Benjamín Paredes, otro de los destinados a presentar
batalla al brasileño, tuvo que abandonar el kilómetro
5 por una contractura, mientras que Francisco Bautista
entró quinto (2h 25:50)
http://www.do.terra.com/
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..De futbolista frustrado a campeón
de maratón.
Vanderlei Lima, que ayer logró en Santo Domingo su
segundo título consecutivo de maratón en los Juegos
Panamericanos, ha enjugado en el atletismo las penas
por no haber sido un futbolista profesional. El fondista
de Cruzeiro de Oeste, estado de Paraná, ansía ahora
cumplir un sueño: proclamarse tricampeón de maratón
dentro de cuatro años ante sus compatriotas, en los
Juegos de Río de Janeiro’07, para ganarse también el
título de “O Rei” en esa disciplina con el permiso de
Pelé. “Sería el mejor broche a mi carrera ganar
el tercer oro panamericano en mi tierra”, comentó
a EFE Vanderlei Lima tras cruzar la meta en 2 horas,
19 minutos y 8 segundos. El éxito brasileño de ayer
en el maratón, completado con el triunfo de Marcia Narloch
en la prueba femenina, llena de alegría a Lima. “Si
al menos sirve para alegrar a los brasileños más pobres
me doy por satisfecho”, señaló. http://www.elcaribe.com.do/
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Marathoner Deacon wins first major
Games race... http://www.canada.com/
Bruce
Deacon strode across the finish line to a silver medal
in the men's marathon at the Pan Am Games on Saturday,
his arms raised in celebration, a wide grin on his face.
It was the answer to a prayer he'd said 25 years earlier.
"I started running when I was 11 years old, I bet you
it was within a day or two of 25 years ago," said Deacon,
who ran his first marathon when he was 12. "I prayed:
'God, if you can give me a sport that I can do well
at and beat the big kids,' that I would really work
hard at it." The 36-year-old from Victoria, five foot
five and 120 pounds soaking wet, crossed in two hours
20.25 minutes for the silver, his first medal at a major
Games, and Canada's best finish in the Pan Am marathon.
Brazilian Vanderlei Lima won the gold in 2:19.08, while
Diego Colorado of Colombia was third in 2:21.48. Deacon
chose the Pan Ams over the prestigious world championships
later this month in Paris because it was the one event
missing from his resume. He'd been to two Olympics,
two world championships and the Commonwealth Games,
but never the Pan Ams, and never for a medal. "It
was a thrill, I've been to so many world championships
and you always dream about coming into the stadium in
a medal position, and here it is," said Deacon,
his wet jersey clinging to his body, a pack of ice on
the back of his neck, and a towel over his head. Saturday,
under the scorching sun in Santo Domingo, Deacon worked
his tactical race plan to perfection, sitting back and
waiting for the leaders to succumb to the heat and humidity.
They did. "They went out very, very fast, and
so I had to make a decision pretty much from about 1,500
metres into the race, was I going to go with these guys,
or was I going to back off and run a tactical race and
what I knew would get me a medal?" said Deacon.
"I decided I was going to run on my own, and it
was such a wise decision." Deacon was in ninth
place, out of a field of 19, and over a minute and a
half behind the leaders at the halfway point of the
gruelling 42.2-kilometre event. "When you start
counting and you're in ninth, you think, 'gee, there's
not a whole lot of guys behind me,"' he said,
laughing. Canadian teammate Joel Bourgeois, who won
silver in the 3,000- metre steeplechase earlier in the
week, ran about 20 kilometres of the marathon course
Saturday, sticking to the sidewalks and taking short
cuts to keep tabs on Deacon. "When I caught him
back at 35 K he said, 'Where the hell am I? What spot
am I in?"' said Bourgeois, who's from Grande-
Digue, N.B. "I told him, 'You're third, the second
guy is right in front of you, and first guy is a minute
ahead.' "At precisely that point, (the second-place
runner) stopped to fix his shoe lace, he was probably
getting bad blisters. So the fact of seeing me, knowing
he was a medallist, and seeing the guy stepping out,
that probably boosted him." Deacon looked positively
fresh coming into the stadium compared to the rest of
the field. The Brazilian gold medallist bobbed and weaved
like a drunk man around the final 500 metres of the
Olympic Stadium track at Juan Duarte Park, and when
he raised his arms with about 50 metres to go, he nearly
fell into the infield - which would have given Deacon
the gold. The runner Deacon passed to take second place,
Silvio Guero of Ecuador who finished second in the Boston
Marathon, dropped out, along with five other runners
that didn't make it the finish line. "These guys
went out at a pace where if the temperature had been
the same, it may have been attainable," said
Deacon. "But when the sun came up, the wheels
fell off, and that was when I was able to reel them
in." Deacon figured the temperature was in the
low 20s C when the race began just after 6 a.m., but
was hitting 30 C by race end. There was chaos at points
on the course, with the lead runners forced to weave
through vehicles of officials and media, and inhale
the fumes of the vans that led the way. The women's
race began 20 minutes earlier so there were more holdups
when the men started catching the women. Canada has
won three bronze in the men's marathon, but never a
silver or gold at the Pan Ams - Gordon Dickson was third
in 1959, Tom Howard in '75, and Richard Hughson in '79.
"North American countries don't take the Pan American
Games marathon as seriously as the Latin American countries
do, to them this is big time," said Deacon. "This means
so much to them, and so to be able to get a medal here,
these are the best distance runners in Latin America.
"This is a bit of a dream come true."
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.Silvio
Guerra no terminó maratón
... El ecuatoriano Silvio Guerra no pudo culminar la
maratón masculina de los XIV Juegos Deportivos Panamericanos,
que se desarrollan en República Dominicana. Tras mantenerse
en el grupo de líderes y luego de partir como claro
aspirante a estar en el podio, el atleta ecuatoriano
tuvo que abandonar la competencia por problemas en sus
pies. Guerra, medallista en los 5.000 metros de los
Juegos Panamericanos de Mar del Plata'95, no tiene suerte
en el maratón continental. Ayer estuvo peleando por
la plata pero el asfalto le pasó factura porque le salieron
unas dolorosas ampollas en ambos pies y se vio obligado
a abandonar en el kilómetro 28.El brasileño Vanderlei
Lima desafió el asfixiante calor de Santo Domingo, su
principal enemigo en la carrera, para revalidar el título
panamericano de maratón con un tiempo de 2 horas, 19
minutos y 8 segundos. El canadiense Bruce Deacon fue
plata con 2:20:25 y el colombiano Diego Colorado obtuvo
un meritorio bronce con 2:21:48. http://www.eldiario.com.ec/
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Silvio Guerra y Martha Tenorio se
quedaron a medio camino
... Las piernas le temblaban y no podía
hablar. Las gafas de color naranja disimulaban las lágrimas
que derramó Silvio Guerra a las 08:40 (07:40 de Ecuador),
antes de llegar al kilómetro 37 de la maratón, que tiene
42 km, porque debió abandonar la carrera. Dos ampollas
en el pie izquierdo impidieron la continuación del ecuatoriano
en la prueba cuando iba en el segundo lugar, a unos
300 metros del brasileño Varderlei Cordeiro De Lima,
quien ganó la prueba. Ya antes, en el kilómetro 31,
Guerra tuvo problemas con sus medias. Celso Cortez,
el entrenador y las corredoras Silvia Paredes y Mónica
Amboya, lo ayudaron a sacárselas porque le estorbaban.
Al puro estilo de un equipo de Fórmula Uno, los ecuatorianos
zafaron los 20 nudos que tenía el atleta nacional en
cada uno de sus zapatos. A velocidad le sacaron las
medias y le volvieron a poner los zapatos. Mientras
tanto Guerra miraba para ver quién venía atrás, "estoy
bien, tengo buen tiempo", decía el deportista nacional
que no denotaba cansancio. Silvio salió de nuevo en
medio del aliento de los pocos dominicanos que estaban
en las aceras. Muchos pensaban que iba a correr Félix
Sánchez o Ana Guevara y por eso se quedaban a mirar.
El sol empezaba a salir y la preocupación por la humedad
también se hizo presente. Guerra superó al canadiense
Bruce Deacon en el kilómetro 36 pero un poco después
ya no pudo más. El grupo de delegados de Ecuador, Fausto
Mendoza y Marcelo Delgado, acompañados por Manuel Ortiz,
el otro entrenador y el atleta Fausto Quinde quien era
el encargado de filmar la competencia, lo recibieron.
Cortez que estaba más atrás, en el puesto de abastecimiento
del km 37, esperando para darle agua, vio a Guerra sacarse
los zapatos y corrió hacia él. Esa fue la señal del
retiro del deportista. El atleta que podía acceder,
incluso a la primera posición, se detuvo y no avanzó
más. Su pie izquierdo estaba hinchado por la ruptura
de dos ampollas. "El dolor es insoportable", decía Guerra
quien fue ayudado para subir al auto que transportaba
a la delegación. La huella de sangre quedó en la calle
porque el maratonista intentó seguir, incluso, sin zapatos.
Valderlei Cordeiro De Lima retuvo su título panamericano
al imponerse en la competencia de ayer. El brasileño
hizo un tiempo de 2:19.08. Segundo fue el canadiense
Bruce Deacon que cronometró 2:20.25 y el colombiano
Diego Colorado con 2:21.48 llegó tercero. Tenorio tuvo
una lesión La historia de Martha Tenorio fue similar
a la de Guerra. La deportista ecuatoriana se retiró
de la competencia en el kilómetro 30 por un problema
en la pierna derecha. Al parecer la lesión de Tenorio
que la alejó de las pistas por tres meses no está completamente
recuperada y le dio problemas ayer. El clima y la humedad
completaron el cuadro de la ecuatoriana . Tenorio hizo
el recorrido de la ruta un día antes, precisamente miró
los últimos 10 kilómetros porque ahí apuntaba su estrategia
para repuntar. Sin embargo la deportista no alcanzó
a llegar hasta el km 32 por el dolor en su pierna. La
competencia fue ganada por la brasileña Marcia Narloch,
quien hizo un tiempo de 2:39.54. La vencedora sacó una
ventaja de 15 metros sobre la cubana Mariela González
que fue segunda y la chilena Erika Olivera, quien llegó
en tercera posición.
http://www.elcomercio.com/
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el colombiano Diego Colorado http://www.elcolombiano.terra.com.co/
...Visiblemente
agotado por el terrible esfuerzo de más de dos horas
de continuo trote, el colombiano Diego Colorado terminó
la prueba que cerró la actividad atlética de los Juegos,
el maratón. El fondista antioqueño terminó tercero colgándose
así la medalla de bronce. "preferí asegurar la medalla".
...Vanderlei Lima, que ayer logró en Santo Domingo
su segundo título consecutivo de maratón en los Juegos
Panamericanos, ha enjugado en el atletismo las penas
por no haber sido un futbolista profesional. El fondista
de Cruzeiro de Oeste, estado de Paraná, ansía ahora
cumplir un sueño: proclamarse tricampeón de maratón
dentro de cuatro años ante sus compatriotas, en los
Juegos de Río de Janeiro-07, para ganarse también el
título de "O Rei" en esa disciplina con el permiso de
Pelé. "Sería el mejor broche a mi carrera", comentó
Lima tras cruzar la meta en 2 horas, 19 minutos y 8
segundos, completando la moñona brasileña en esta carrera
ya que su compatriota Marcia Narloch venció entre las
damas. Las extremas condiciones climatológicas del maratón
por las calles de la capital dominicana, con una temperatura
cercana a los 30 grados y una humedad asfixiante, llevaron
a Lima a resaltar que "todos los que han conseguido
acabar la prueba son unos héroes", entre ellos,
el colombiano Diego Alberto Colorado que terminó tercero
con medalla de bronce (2:21.48). Colorado dijo que prefirió
asegurar la medalla de bronce antes que forzar y verse
obligado a retirarse como lo hicieron muchos fondistas,
entre ellos el favorito ecuatoriano Silvio Guerra. Cuando
atacó en el kilómetro 25 el brasileño Vanderlei Lima,
Colorado se quedó en un mano a mano con el canadiense
Bruce Deacon. "Intenté marchar a su ritmo, pero
me di cuenta de que iba muy justo de fuerzas y preferí
asegurar la medalla antes que correr el riesgo de tener
que retirarme. Además, sabía que le llevaba bastante
ventaja al siguiente", comentó. "Es una
enorme satisfacción haber logrado el bronce, que quiero
dedicar a mi esposa y a mi hijo"
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Ecuador perdió en el maratón de los
Panamericanos Frustración y lágrimas
... Los maratonistas brasileños dieron dos medallas
de oro más a su país. Silvio Guerra y Martha Tenorio
se retiraron por lesiones en la competencia. El clima
que en la madrugada de ayer predominaba en esta ciudad
fue propicio, como lo esperaron los 33 competidores
de 14 países participantes, para que los atletas ecuatorianos
Silvio Guerra y Martha Tenorio ganaran la medalla de
oro en el maratón de los 42 kilómetros en los XIV Juegos
Panamericanos, que se realizó en el Centro Olímpico
Juan Pablo Duarte, ubicado en la avenida John F. Kennedy,
al norte de la sede, Santo Domingo. Durante el calentamiento
y con una temperatura de 26 grados Celsius, Silvio estuvo
concentrado, siguiendo las instrucciones del médico
de la selección ecuatoriana, Rafael Santelices, y sin
pensar en que, horas más tarde, dos ampollas en la planta
del pie izquierdo no le permitirían continuar compitiendo
en la prueba. Al inicio se mostró confiado, seguro de
que su largo entrenamiento en Ecuador le permitiría
ganar la competencia. Él estaba convencido de que no
iba a dejar pasar la oportunidad de ganar que tenía.
Se lo había prometido a sí mismo. Eran las 06h00 en
Santo Domingo, 05h00 de Ecuador. Veinte minutos antes,
su compatriota y amiga Martha Tenorio ya había partido.
A esa hora, los únicos que habían llegado hasta el estadio
Olímpico eran los periodistas de diferentes países y
el cuerpo técnico de las delegaciones. En los graderíos
había cuatro dominicanos que ponían el toque de alegría
a la carrera entonando barras de todo tipo. Miembros
de la guardia policial, sentados en los bordillos de
los postes de luz, bostezaban y hacían un esfuerzo por
dirigir a los extraviados hasta el lugar donde se iba
a realizar la competencia. Diez minutos después, los
competidores estaban listos e ingresaron a la pista.
Silvio, el crédito ecuatoriano, estaba entre los favoritos
para ganar la competencia, seguido por el brasileño
Vanderlei Lima y el mexicano Francisco Bautista. La
partida fue a la hora prevista (06h20). Guerra estaba
segundo, detrás de Lima y seguido por el atleta Alfredo
Arévalo, de Guatemala. Esas ubicaciones predominaron
hasta el kilómetro 21 de la prueba. El recorrido inició
por la avenida John F. Kennedy, luego tomaron la Luperón,
atravesaron la Jiménez Moya hasta llegar a la George
Washington y llegaron a la España. Aunque todas las
intersecciones con estas avenidas estuvieron custodiadas
por la Policía y el movimiento era intenso en todo el
recorrido, los dominicanos aún dormían. A la altura
de la avenida San Vicente de Paúl, Guerra sintió una
molestia en su pie izquierdo. Rápidamente detuvo el
vehículo en el que viajaban su entrenador Celso Cortés,
el vicepresidente del Comité Olímpico ecuatoriano, Marcelo
Delgado, y las atletas compatriotas Mónica Amboya y
Silvia Paredes, para que le quitaran las medias y así
continuar compitiendo, pero el dolor que sintió fue
más fuerte que las ganas de triunfar. En el kilómetro
35, antes de llegar a la avenida Castellanos, Silvio
decidió dejar la carrera. Su rostro denotaba desesperación
y tristeza al no poder regalar otra medalla de oro a
su país. El brasileño tomó definitivamente la delantera,
seguido por el canadiense Deacon Bruce y el deportista
colombiano Diego Colorado. Frustración y lágrimas Guerra
llegó al Juan Pablo Duarte cojeando, se sentó en la
sombra y conversó con los periodistas ecuatorianos.
Con lágrimas en los ojos, ofreció disculpas a la afición
compatriota por no conseguir la medalla por la que tanto
luché . “Yo era uno de los favoritos pero así
es esto. Tendré que recuperarme”, dijo mientras
se reponía de la molestia que le causaban las ampollas.
“Realmente estoy decepcionado y no valen las excusas
porque aspiraba hacer algo grande aquí”, manifestó.
El presidente de la Federación de Atletismo de Ecuador,
Fausto Mendoza, trataba de animarlo, pero no tuvo suerte.
Luego de desahogarse, Silvio dejó claro que continuará
buscando posibilidades de triunfo en este deporte
“que es mi vida”, manifestó el atleta. El atleta
ecuatoriano, medallista de los 5.000 en Mar del Plata
95, resaltó que es la primera vez que tiene que abandonar
en un maratón. “Mi próxima meta son los Juegos
Olímpicos de Atenas y ojalá que esté en forma para los
próximos Panamericanos de Río de Janeiro”, indicó.
A los pocos minutos comenzó a llegar el grupo de las
mujeres. En ese momento se había informado que Martha
Tenorio se había quedado atrás. La brasileña Marcia
Norloch fue primera, seguida de la cubana Marcela González
y de la chilena Érika Olivera. Tenorio se retiró de
la competencia en el kilómetro 30 a causa del dolor
que le produjo una lesión en su tobillo derecho que
sufrió hace cuatro meses. Un poco más relajada que Silvio,
la atleta confesó que deberá continuar con su tratamiento,
pero que “aún hay Martha para rato...”. http://www.eluniverso.com/
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